24 outubro, 2005
22 outubro, 2005
Vocabulário III
Outras palavras incorporadas: bibi (velotrol que ela ganhou), pipi ou pupu (passarinho), meia (meia mesmo). De ontem pra hoje, ela tem dito "tái". Ainda não sei direito o que é, mas nas duas vezes tinha gente na frente dela e ela queria passar. Tenho a nítida impressão de que é "sai".
Rotina
Todo dia, saímos - ela pra creche, eu pro trabalho - com nossas respectivas bolsas. Hoje de manhã, sábado, saindo para passear, já estávamos na porta de casa e ela come¿a: booo, booo, apontando para o outro lado da sala. Eu: "o que acabou, filha?". Ela: “booo”. Resolvo olhar para o outro lado da sala. Na poltrona, está a bolsa dela. Eu: "a bolsa?" Ela: "éééé". Eu: "hoje não vamos precisar, tá?". Ela meneia a cabeça em sinal de sim. Eu babo.
18 outubro, 2005
Um registro...
...pro futuro: nos finais de semana de 1&2 e 8&9 de outubro, ela teve diarréia, não aceitava o remédio, tampouco o Pedyalite (que tomava pela primeira vez), quase virou faquir...um saco. Mas passou.
Ah, sim!
Muito importante! Agora ela me chama de mãe! Há dois meses, época dos mais recentes posts antes desta terça, eu dizia que ela só me chamava de Dedei. Nada que o tempo não cure ;-) Já virei "mamãe", com todo o orgulho.
Dias (ainda) melhores virão
Já tem dois dias que chego com a baixinha na creche e ela não chora. Ótimo isso. Fica de cara fechada, amarrada. Mas não tem chorado. Bons auspícios, acho.
Prolixa
Outras palavrinhas: bóia (bola, mas tb serve pra designar uva, por causa do formato), bói (bolo), péia (espera, acompanhado de sinal com a mão)... Se for lembrando de mais, posto novamente.
Tem tb a novidade de completar minhas frases:
_Manu, vamos mi... "mi!"
_O leite aca.."boooo"
_Essa aqui é a ma..."mãe"
_Vamos colocar o papa..."buuuu"
E por aí vai. Ou seja, todas as palavras que ela já conhece, ela completa, quando dou a deixa.
Tem tb a novidade de completar minhas frases:
_Manu, vamos mi... "mi!"
_O leite aca.."boooo"
_Essa aqui é a ma..."mãe"
_Vamos colocar o papa..."buuuu"
E por aí vai. Ou seja, todas as palavras que ela já conhece, ela completa, quando dou a deixa.
De volta
Vixe Maria! Já faz muito tempo. Dois meses. DOIS MESES! Isso na vida de um bebê é evolução pacas. E, se eu não escrever agora, mesmo que não lembre ou conte tudo, nunca escrevo.
Principais mudanças:
- Formação de frases: a partir do fim de semana de 24 e 25 de setembro, ela começou a formar frases. Primeiras: "Dodó, dá", "Mamãe, dá". Agora já até me dá bronca - "ai ai ai, mãe" - e tá começando a falar coisas simples: dê pepe (cadê chupeta), "papai, dá" etc. (Na verdade, com um ano e 2 ou 3 meses ela já falava "ê pepê"
- Não preciso nem dizer que, a cada dia, entende mais e mais as coisas. Quando acho que ela já tá sacando demais, ela me surpreende. Anteontem, falando ao telefone enquanto ela tava no meu colo, mencionei alguma coisa sobre bater palma. Instantaneamente, ela bateu. Eu morri de rir, ela percebeu que agradou e, a cada vez que eu dizia 'palmas', ela batia.
- Anteontem tb - domingo, 16.10 - a dita cuja ralou o joelho pela primeira vez, na rua. Estreou. Já em casa, tava tudo bem, ela andando pra lá em pra cá. Então, lavei o local e fiz curativo, colocando gaze e esparadrapo. A atriz começa a arrastar a perna com o curativo, quase mancando, andando com ela um tanto esticada. Volta e meia olhava pra ver se a gaze ainda tava lá. Um drama, recheado de comédia.
- Palavras: falar de palavras novas é complicado, pois, hj em dia, tudo que se pede pra ela dizer, ela repete, mesmo que não certinho, mas com a mesma entonação e acertando, no mínimo, as vogais. Porém, posso falar das palavras novas já incorporadas à fala dela: bô (acabou), pé, mão, dinda (ainda não tá tããão incorporado), Gaia (a cadela), Bê (o tio), totô (isso mesmo que vcs pensaram), dodó, dádis (a tia-avó) e outros que depois eu lembro.
- A percepção de que ela realmente entendo tudo tá em coisas como: Manu, mostra o nariz, e ela achata o dito cujo sem pestanejar; Manu, põe o telefone na base (que está em outro cômodo), ela vai direitinho e põe; Manu, pega o telefone (ainda em outro cômodo, a decoração não mudou ;-), assim como a preguiça), ela pega e traz; Manu, põe esse cinzeiro no lugar (sem entregar pra ela, nem indicar onde é). Ela pega o objeto do chão e leva pro lugar correto. Coisas assim, dessa genialidade cotidiana.
- Tá a-do-ran-do uva e gelatina. Da primeira ela devora quantos cachos houver; a segunda, só aceita comer sozinha, nada de adultos ajudando.
- Ah, sim! Agora ela avisa que fez número 2. Vem pra mim repetindo "totô, totô" (ou dodô, dodô), apontando pra fralda, com cara de pidona. Traduzindo: "Mãe, fiz. Me troca."
- Descobri por acaso que ela "dança" duas músicas: uma com o vendedor de flauta, que tocou "atirei o pau no gato", na rua, em meados de setembro. Ela parou, esperou até o final e, na hora do "miau", ela abaixa e diz "ma-iau". A outra é "vamos passear no bosque...". Ela coloca as mãozinhas pra traz e sai andando pra lá e pra cá, "passeando". Dá-lhe creche, muitos pontos.
Tem mais, depois eu lembro.
Principais mudanças:
- Formação de frases: a partir do fim de semana de 24 e 25 de setembro, ela começou a formar frases. Primeiras: "Dodó, dá", "Mamãe, dá". Agora já até me dá bronca - "ai ai ai, mãe" - e tá começando a falar coisas simples: dê pepe (cadê chupeta), "papai, dá" etc. (Na verdade, com um ano e 2 ou 3 meses ela já falava "ê pepê"
- Não preciso nem dizer que, a cada dia, entende mais e mais as coisas. Quando acho que ela já tá sacando demais, ela me surpreende. Anteontem, falando ao telefone enquanto ela tava no meu colo, mencionei alguma coisa sobre bater palma. Instantaneamente, ela bateu. Eu morri de rir, ela percebeu que agradou e, a cada vez que eu dizia 'palmas', ela batia.
- Anteontem tb - domingo, 16.10 - a dita cuja ralou o joelho pela primeira vez, na rua. Estreou. Já em casa, tava tudo bem, ela andando pra lá em pra cá. Então, lavei o local e fiz curativo, colocando gaze e esparadrapo. A atriz começa a arrastar a perna com o curativo, quase mancando, andando com ela um tanto esticada. Volta e meia olhava pra ver se a gaze ainda tava lá. Um drama, recheado de comédia.
- Palavras: falar de palavras novas é complicado, pois, hj em dia, tudo que se pede pra ela dizer, ela repete, mesmo que não certinho, mas com a mesma entonação e acertando, no mínimo, as vogais. Porém, posso falar das palavras novas já incorporadas à fala dela: bô (acabou), pé, mão, dinda (ainda não tá tããão incorporado), Gaia (a cadela), Bê (o tio), totô (isso mesmo que vcs pensaram), dodó, dádis (a tia-avó) e outros que depois eu lembro.
- A percepção de que ela realmente entendo tudo tá em coisas como: Manu, mostra o nariz, e ela achata o dito cujo sem pestanejar; Manu, põe o telefone na base (que está em outro cômodo), ela vai direitinho e põe; Manu, pega o telefone (ainda em outro cômodo, a decoração não mudou ;-), assim como a preguiça), ela pega e traz; Manu, põe esse cinzeiro no lugar (sem entregar pra ela, nem indicar onde é). Ela pega o objeto do chão e leva pro lugar correto. Coisas assim, dessa genialidade cotidiana.
- Tá a-do-ran-do uva e gelatina. Da primeira ela devora quantos cachos houver; a segunda, só aceita comer sozinha, nada de adultos ajudando.
- Ah, sim! Agora ela avisa que fez número 2. Vem pra mim repetindo "totô, totô" (ou dodô, dodô), apontando pra fralda, com cara de pidona. Traduzindo: "Mãe, fiz. Me troca."
- Descobri por acaso que ela "dança" duas músicas: uma com o vendedor de flauta, que tocou "atirei o pau no gato", na rua, em meados de setembro. Ela parou, esperou até o final e, na hora do "miau", ela abaixa e diz "ma-iau". A outra é "vamos passear no bosque...". Ela coloca as mãozinhas pra traz e sai andando pra lá e pra cá, "passeando". Dá-lhe creche, muitos pontos.
Tem mais, depois eu lembro.


