29 junho, 2012
14 julho, 2011
Manu ainda mais musical
Música improvisada que escutei neste momento pela minha cantora particular de férias em casa, dedilhando o violão e improvisando uma melodia:
Eu sou um anjo,
Você também
Nós somos anjos
que vêm do Além
Que só fazem o bem
Que só fazem o bem
Que não fazem o mal
E só comem sal"
----------
Complemento: "Não vai bater palma, é? Eu me demito!"
(Tinha que estragar, né?)
Eu sou um anjo,
Você também
Nós somos anjos
que vêm do Além
Que só fazem o bem
Que só fazem o bem
Que não fazem o mal
E só comem sal"
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Complemento: "Não vai bater palma, é? Eu me demito!"
(Tinha que estragar, né?)
06 março, 2011
A canção
Estou neste momento, no domingo de carnaval, ouvindo uma música liiiinda e espontânea, cujo nome eu acabo de descobrir que é "Canção de amor para a mãe".
Um pouco da letra:
Eu vou cantarPara uma pessoa muito Mattar ((com dois "t", tá?))Eu desejo que ela tenha dois filhos
Ou cinco filhos seria melhorMamãe, quando você forCaminhar, namorar ou beijarEu vou cuidar muito deles dois para vocêOu deles cinco para você-êMamãe, eu te amoQueria que você 'tivesse todo dia, toda noite'tivesse do meu lado-uAté eu morre-êMamãe, eu te amoMamãe, eu te amoMamãe, eu te amoTe amo muituuuuVocê vai 'tar sempre do meu ladoPorque você moraDentro do meu coraçãoE você nunca vai se mudarnunca vai se mudarnunca vai se mudarDaquiiiiSe você fosse-iiiiMinha tia, minha vó, minha tataravó,Minha tatara-tatara-tatara-tataravóVocê ia ser de qualquer jeituuuuA minha mulher mais favorita do mundo inteiroUuuuuuuuu - uau, au au au!Um beijo, oh yeah!
17 dezembro, 2010
29 outubro, 2010
Poesia de presente
Eu faço aniversário em 10 de março.
Ela, em 10 de abril.
Dia desses, puxando papo comigo, ela me brinda com o seguinte
- Mãe, sabe o que eu disse pro papai? Que eu sou seu presente, só que muito atrasado.
Ela, em 10 de abril.
Dia desses, puxando papo comigo, ela me brinda com o seguinte
- Mãe, sabe o que eu disse pro papai? Que eu sou seu presente, só que muito atrasado.
Me odeio porque fico lembrando que houve um monte de coisa que ela falou e eu não gravei, não anotei, não postei. Isso chateia. Lembro de ter me desmanchado com algumas declarações. Mas lembro apenas disso. Não lembro da declaração, apenas da emoção de ouvir. Não sei se é bom ou ruim: é lembrar que fiquei feliz, mas não saber por quê. Dá uma dor e é paradoxal: dá uma melancolia por saber que não vou poder ficar feliz mais vezes no futuro ao lembrar da mesma coisa. Mas vou saber várias vezes no futuro que fiquei muito feliz no passado.
07 setembro, 2010
First time
A primeira vez a gente nunca esquece. Nenhuma delas. Com a Manu não está sendo diferente, nesta primeira vez "que fui pra fora do país", como ela diz.
Teve contagem regressiva para o dia da viagem, pulos de alegria na chegada ao aeroporto, gritinhos de excitação quando de fato entrou no avião.... teve de tudo. Mas o que mais teve foi pergunta: 'o que é isso?', 'o que é aquilo?', 'por que o banheiro do avião é tão pequeno?', 'já chegamos nos Estados (ela é íntima)?', 'como se diz tal coisa em inglês?', 'o que significa aquilo?' e coisas assim.
Em segundo lugar - e tãããão gracinha - ficaram as afirmações do tipo: "mãe, é a primeira vez que viajo para outro país!"; "meu primeiro café da manhã em outro país!"; "meu primeiro restaurante em outro país!". Era um tal de descobrir isso e aquilo que eram o primeiro ou a primeira em outro país que até faz adulto lembrar como é boa essa sensação de descoberta. Lindinha.
Mas talvez o que mais valha seja o fato de ela ter passado a ter muuuito mais interesse pelo inglês. Aquelas aulas no colégio bilíngue serviram para algo nos EUA. Mas a viagem aos EUA serviu muito para as aulas do colégio bilíngue. O interesse dela cresceu exponencialmente e ela até conseguiu se comunicar vez por outra com os nativos ;-P E, claro, teve a frase "a primeira vez que eu digo alguma coisa em inglês em outro país".
Daminha profissional
Terceira vez que ela é daminha. Dessa vez, da prima da mãe. Foi sucesso total no casamento, claro, com suspiros de "ohnnnn" quando entrou :-) O fotógrafo queria contratá-la para trabalhar em outros casamentos, já que ela posava pras fotos sem reclamar, sabia os melhores ângulos, fazia caras e bocas e, claro, facilitava o trabalho dele.

*foto: Monique Harps

*foto: Monique Harps
25 agosto, 2010
05 agosto, 2010
28 julho, 2010
Coração valente / Guerreiro tricolor
De repente, isso aqui voltou a ficar atual ;-)
O vídeo é de dois anos atrás, quando o Flu quase ganhou a Libertadores.
O vídeo é de dois anos atrás, quando o Flu quase ganhou a Libertadores.
28 junho, 2010
24 junho, 2010
Triplamente útil
Isso aqui tá um pouco velho (foi no início do ano), mas ainda vale. Trata-se da lancheira da Manu, que ela ganhou de Natal. Diferente, ela vem com o contorno de um desenho em preto e branco e canetas e apetrechos para as crianças pintarem e criarem sua própria versão da lancheira.
Triplamente útil: 1) é uma lancheira, e não uma máquina-de-cliclete-my-little-poney ou algo assim, ou seja, algo de baixa tecnologia e com função prática; 2) faz a criança exercitar o lúdico, a criatividade, o lado artístico, em vez de ver TV ou brincar com coisas inúteis, tipo a tal máquina-de-chiclete-my-little-poney; 3) faz a criança ter algo exclusivo seu, que ela leva com orgulho pra lá e pra cá.
Fica como dica pras mamães. Não sei onde comprar (Manu ganhou de presente), mas, se descobrir, aviso.

Triplamente útil: 1) é uma lancheira, e não uma máquina-de-cliclete-my-little-poney ou algo assim, ou seja, algo de baixa tecnologia e com função prática; 2) faz a criança exercitar o lúdico, a criatividade, o lado artístico, em vez de ver TV ou brincar com coisas inúteis, tipo a tal máquina-de-chiclete-my-little-poney; 3) faz a criança ter algo exclusivo seu, que ela leva com orgulho pra lá e pra cá.
Fica como dica pras mamães. Não sei onde comprar (Manu ganhou de presente), mas, se descobrir, aviso.

22 junho, 2010
20 junho, 2010
Destra e...
Ela anda aprendendo sobre destra, canhota, essas coisas. Na verdade, já identifica muito bem tudo isso. Dia desses, ao conversar sobre isso, alguém lhe disse que canhota, em italiano, era sinistra. A informação ficou registrada para usar depois.
Ou quase.
Dias depois, conversando comigo, ela veio me dizer que também sabe fazer as coisas com a mão esquerda e foi tentar falar difícil....
"Mãe, eu também sou esquisita..."
Percebi.
Ou quase.
Dias depois, conversando comigo, ela veio me dizer que também sabe fazer as coisas com a mão esquerda e foi tentar falar difícil....
"Mãe, eu também sou esquisita..."
Percebi.
25 abril, 2010
19 abril, 2010
Sangue, pesquisa e tal
Na foto, minha baixinha ataca de pesquisadora em um evento no sábado de manhã na escola. Era uma campanha de doação de sangue. Ela, que recém completou 6 outonos, estava aplicando o questionário às pessoas que chegavam ao estande da turma dela. Gente, com 6 aninhos! Ela já sabia ler e escrever razoavelmente com 5. Mas agora tinha que perguntar nome, idade e se a pessoa fazia alguma atividade fisica. Coisa linda! Demorava séculos para completar cada item do formulário e eu babando à distância.
Agora, o que me deixou um pouco decepcionada foi a adesão dos alunos/famílias. Como a campanha foi no sábado, contou como dia de aula e as famílias tinham que escolher se iriam participar ou não. Na turma da Manu, dos 19, seis participaram. Sei que as pessoas têm suas particularidades, mas não acho um bom índice, não. É de pequenino que se torce o pepino, diz o ditado, né? Pois é nestas oportunidades que se molda uma cultura de cidadania e solidaridade, por mais chatas que pareçam essas palavras, nas crianças. É optando por ir ali rapidinho doar sangue do que ser vencido pela preguiça de um sábado de manhã. Depois reclama-se que o brasileiro é egoísta, que ninguém pensa nos outros, ou que a sociedade é individualista... Pudera: falta exemplo.
Agora, o que me deixou um pouco decepcionada foi a adesão dos alunos/famílias. Como a campanha foi no sábado, contou como dia de aula e as famílias tinham que escolher se iriam participar ou não. Na turma da Manu, dos 19, seis participaram. Sei que as pessoas têm suas particularidades, mas não acho um bom índice, não. É de pequenino que se torce o pepino, diz o ditado, né? Pois é nestas oportunidades que se molda uma cultura de cidadania e solidaridade, por mais chatas que pareçam essas palavras, nas crianças. É optando por ir ali rapidinho doar sangue do que ser vencido pela preguiça de um sábado de manhã. Depois reclama-se que o brasileiro é egoísta, que ninguém pensa nos outros, ou que a sociedade é individualista... Pudera: falta exemplo.
12 abril, 2010
10 abril, 2010
E uma coisa muito importante: ele já tem um dente mole há menos de uma semana! O primeiro! E ela não pára de mexer nele e de falar do assunto. Gracinha
Mensagem
Quase morro quando vejo isso se desenhar na tela do computador numa pausa do meu trabalho.
Dedei maria eduarda mattar……111ok1114eh getei 30 anos ge eu amo muito purge ela e muito pur Ge e la e muito getio ko migo purico Ge euo amo e la muito ;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;.
=====================================
Tradução
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Dedei Maria Eduarda Mattar……111ok1114eh (isso não dápara traduzir?) que tem 30 anos que eu amo muito porque ela é muito porque ela é muito porque ela é muito gentil comigo, por isso que eu amo ela muito.
Dedei maria eduarda mattar……111ok1114eh getei 30 anos ge eu amo muito purge ela e muito pur Ge e la e muito getio ko migo purico Ge euo amo e la muito ;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;.
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Tradução
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Dedei Maria Eduarda Mattar……111ok1114eh (isso não dápara traduzir?) que tem 30 anos que eu amo muito porque ela é muito porque ela é muito porque ela é muito gentil comigo, por isso que eu amo ela muito.
09 abril, 2010
Co-men-do
Adoro os diálogos da Manu com a avó. Volta e meia sai uma pérola. Como essa (de aprox. um ano atrás):
Em uma missa, ela vê a avó recebendo a hóstia e....
- Vó, que isso que você tá comendo?
- [sem pensar muito e já com os jargões naturalizados, avó responde] O corpo de cristo.
- Não, vó. Isso que vc ta com-men-do...
---------------------------------
Outro diálogo interessante foi quando, ao mostrar algo novo que eu ensinei a fazer, comentou toda toda, parecendo adulta, para a avó babona:
- Sua filhota é que me ensinou isso!
Em uma missa, ela vê a avó recebendo a hóstia e....
- Vó, que isso que você tá comendo?
- [sem pensar muito e já com os jargões naturalizados, avó responde] O corpo de cristo.
- Não, vó. Isso que vc ta com-men-do...
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Outro diálogo interessante foi quando, ao mostrar algo novo que eu ensinei a fazer, comentou toda toda, parecendo adulta, para a avó babona:
- Sua filhota é que me ensinou isso!





