17 maio, 2007

Novas músicas-chiclete

Fui cair na besteira de contar a ela que adorava - e adoro - "Se essa rua fosse minha" e ensinar a cantar.

Na primeira vez, eu ia (re)ensinando, e ela, completando, no melhor estilo Duets. Agora já não me deixa cantar. A música é dela e eu não posso sequer abrir a boca pra bocejar, que me dá bronca.

A fixação nesta só encontra páreo em uma única outra música nestes dias: a que ela e os amiguinhos vão cantar na festa pras mães (em comemoração ao dia delas), no próximo sábado. Devem ensaiar tanto na creche, que ela chega em casa e fica martelando, treinado, ensaiando etc. Menina comprometida. Mas até as paredes já taparam os ouvidos. Os versos são uma graça, é verdade:

Mamãe é uma roseira que o papai colheu
Eu sou o botãozinho que a roseira deu
Ô, mamãe, venha cá
Ô, mamãe, venha cá
Que um beijinho [smac, beijo na mão] eu vou lhe* dar
* não tente falar "te dar" que ela corrige e quase coloca de castigo.

Vou tentar fazer vídeozinho das duas músicas e colocar aqui.

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Pra diversificar a programação musical da Manu FM eu já tratei de começar a ensinar "Fui no tororó | beber água, não achei | Achei uma morena, que no tororó deixei" etc.

Até agora a versão cover tá ficando "Fui beber água no tololó, lalalalala", mas há esperanças.

Cover

Hoje, no carro, ao esperar a avó sair de um prédio, cantarola sozinha:

Ô, vovó,
pode descer
eu vim aqui
só pra te ver


Adaptação by a própria.

Nesta quarta, mandei biscoito e passas - as tradicionais Sun-maid - pro lanche da creche. À noite, Manu me conta como foi a hora do recreio:

- Mamãe, dei um pouco pros meus amiguinhos da "uva palha" que vc mandou...

16 maio, 2007

Progressos

Ontem, terça, a bichinha e eu descobrimos que ela já alcança os interruptores e acende as luzes sem precisar de banquinho! A festa que ela fez quando descobriu foi incrível: testava as habilidades na cozinha, nos banheiros, uma coisa.

A última tentativa foi justamente no banheiro onde fica o banquinho dela escovar os dentes. No exato momento em que viu que ali também conseguia fazer sozinha, em uma fração de milissegundo ela pegou o banco e falou, me emocionando: "Então vamos dar isso aqui pra filha da Néia?" [Que vem a ser a moça que trabalhou aqui em casa e tem uma neném de uns 8 meses. Tudo que não cabe mais na Manu vai pra filha da Néia.] Me encheu de lágrimas o desprendimento e a disposição de doar da bichinha.

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Não sei se por coincidência ou pelo inconsciente, também ontem comprei uma daquelas barras de medição de altura pra pregar na parede. Besteira: ela tá a uns 20 ou 30 cm de ultrapassar a barra. Só me dei conta ontem à noite que as duas coisas aconteceram no mesmo dia. Deve ter alguma explicação psicológica, mas até agora a única que conheço - e compreendo - é a decorativa, mesmo. A barra é esta lindinha.

15 maio, 2007

Abracadabra

Ontem, ligamos pro pai dela e ele não atendia o telefone. Tocava, tocava.... Até que ela veio com a fórmula mágica:

"Mãe, já sei! Vou falar as palavrinhas mágicas pro papai atender: A-ba-ca-da-ga! Sinsalabim!"

Eu, morrendo de rir, peço pra ela repetir. E aí vem:

"A-ba-ca-va-ga! Sinsalabim!" E, sem eu pedir, vem uma terceira versão:

"A-ba-ba-ca-va! Sinsalabim"

E o chato é que, mesmo com tanto feitiço, o pai não atendeu.

À altura 2

E mais uma vez a mania dela por coisas à sua altura.

Agora, realmente, Dia das Mães

Agora, falando especificamente do Dia das Mães, o meu começou no meio da semana passada, quando Manu e pai compraram um colar pra mim, e teve um de seus pontos altos na sexta, quando ela veio da creche com o conjunto abaixo de presentes.


O bombom era uma camisa linda com a estampa de um desenho feito por ela e os papéis, uma pasta com vários desenhos e colagens feitos especialmente pro Dia das Mães.

Ah, no bilhetinho do bombom diz "Para a melhor mãe do mundo", que sou eu, claro. Que dúvida?! Nas colagens, na página em que vinha escrito "um presente para a mamãe", ela recortou na revista um celular. Não entendi...

Mas enfim.... e, no próprio domingo, lá estava ela fazendo bagunça em três momentos:

Após "fazermos" um bolo de chocolate, ela, já tendo apropriadamente raspado e lambido as pás e a tigela, lava as pás, com o detalhe da boca toda suja de massa.



Depois na mesa de jantar.



E mais tarde no colo do tio Bê.

14 maio, 2007

E na sexta, antes de sairmos de casa, ela desiste de me pedir reiteradamene e, por inicativa própria, tira os corações (de enfeite) da porta do armário. Como? Me desobededendo e sem ouvir a boa racionalidade, ela pega dois diferentes bancos, cada um pra alcançar até algum ponto, e vai tirando os corações. As fotos mostram os bancos e a bichinha em ação. O mais engraçado é que...




...obviamente eu avisei que ela ia cair e, ao me virar pra guardar a câmera, cabum!. Olho de volta e ela está no chão, chorando. Boca de mãe...

Ontem foi Dia das Mães e já era tempo de eu voltar a registrar algumas coisas aqui.

Bueno, voltando à semana passada, lá pela quinta, dia 10, quando ela acordou, eu dei, como sempre, os comprimidos de homeopatia. A diferença é que, em vez de falar "tomar bolinha", como eu sempre dizia, eu falei "vamos tomar homeopatia". Ao que ela respondeu prontamente: "Não é o o-seu-patia; é o-meu-patia". "...."

Também na quinta, ela de novo ficou brincando com o jogo de massinhas que a Tia Luisa deu. E, com a espátula do kit, ela tratou de fazer isso daí tudo pra eu comer.

Atenção para a harmonia, o equilíbrio e o detalhismo da coisa. Uma artista!


E, aí abaixo, ela posando* com a criação (não me perguntem o pq dos dentinhos a la Mônica).

E uma outra, sem o sorriso estranho.



* Ops, erro de português (compreensível, mas não aceitável) devidamente corrigido ali. Tudo bem que a minha filha é um aviãozinho, mas eu não preciso falar errado só por causa disso.

07 maio, 2007

O pai estava cantando e resolveu se empolgar e cantar mais, digamos, visceralmente. E, à medida que o pai urrava, quer dizer, cantava, ela perguntou:

- Pai, tá doendo?

Enquanto a dinda ria pra ela, a invocada pergunta:

- Tá rindo de que, hein? Isso daqui não é teatro, não...

e um pouco depois:

- Tá brincando com a minha cara?

À altura

Eis que um dia ela resolve vomitar na rua e eu sou obrigada a tirar a roupa dela. E, enquanto flanava leve e solta pela praça de alimentação, encontrou algo à altura. E não largou mais.




À altura_19abr2007, originally uploaded by Manu, bela.

Índia


Dia do índio, originally uploaded by Manu, bela.

No Dia do Índio, foi assim que ela veio pra casa.

Que será isso?


P3268011, originally uploaded by Manu, bela.

Foto de 25 de março


21-03-07_1641, originally uploaded by Manu, bela.

A foto é de março e nem sei por que saiu da creche com essa máscara esquisita. Mas a foto ficou linda.