26 março, 2007
25 março, 2007
"Fazer" de casa
Ainda na estratégia de espalhar aos quatro ventos e ao futuro todas as suas primeiras vezes, neste fim de semana ela trouxe pela primeira vez dever de casa. Ou, como ela me informou, "fazer de casa".
É isso mesmo: a pobre criatura, com 2 anos e 11 meses, já tem dever de casa. Tudo bem que é um a cada quinze dias, somente nos fins de semana. A justificativa das tias é de que é pro desenvolvimento dos pimpolhos - isso eu não duvido - e pra irem começando, lentamente, a se acostumar com essa entidade - dever de casa - pois no futuro vão ter. Ai meu pai... o que me espera!
De qq forma, a tarefa é simples. Os pais lêem pras crianças o livro enviado pela creche - no caso da Manu, foi O osso - e a criança desenha o que mais lhe chamou atenção na estória (ainda se registra "estória" em dicionários, antes que alguém reclame). Se der, posto depois uma foto da obra de arte.
É isso mesmo: a pobre criatura, com 2 anos e 11 meses, já tem dever de casa. Tudo bem que é um a cada quinze dias, somente nos fins de semana. A justificativa das tias é de que é pro desenvolvimento dos pimpolhos - isso eu não duvido - e pra irem começando, lentamente, a se acostumar com essa entidade - dever de casa - pois no futuro vão ter. Ai meu pai... o que me espera!
De qq forma, a tarefa é simples. Os pais lêem pras crianças o livro enviado pela creche - no caso da Manu, foi O osso - e a criança desenha o que mais lhe chamou atenção na estória (ainda se registra "estória" em dicionários, antes que alguém reclame). Se der, posto depois uma foto da obra de arte.
Esperteza em tempos modernos
Que a Manu é esperta e sabe muito bem o que é skype, celular, de quem é qual aparelho etc. eu já disse aos montes. Mas recentemente ela fez o melhor em termos de, digamos, se apropriar e tirar proveito da tecnologia. Ou da falta dela:
O pai, cobrando em tom de bronca suave, pergunta:
- Por que é que a senhorita não ligou pro papai?
De bate-pronto, responde:
- Porque meu celular tava sem pilha..... (assim mesmo: sem pilha)
O pai, cobrando em tom de bronca suave, pergunta:
- Por que é que a senhorita não ligou pro papai?
De bate-pronto, responde:
- Porque meu celular tava sem pilha..... (assim mesmo: sem pilha)
Manuzinha, de tanto fazermos seus exames de sangue, urina e fezes nestes quase 3 anos, já entende o que é quando começo a "coletar material", pra ficar no jargão. E sabe também que sempre levamos pro 'laboratório'. Palavra difícil que é, ela só guarda o principal, o que fica: "ório".
Pois bem, outro dia, saindo de casa, ela me perguntou aonde íamos. Informei: ao cartório. Ela, logicamente, arremata: "Levar meu xixi e cocô?!"
Pois bem, outro dia, saindo de casa, ela me perguntou aonde íamos. Informei: ao cartório. Ela, logicamente, arremata: "Levar meu xixi e cocô?!"
21 março, 2007
Esperteza
Mando jogar no lixo um resto de comida que já havia caído no chão. Quando ela tava terminando de jogar, um pedaço caiu fora da lixeira, pegando-a no contrapé. Ela viu e continuou voltando. Eu chamei atenção:
- Ei, olha o pedaço que caiu no chão!
- É pra formiga, mamãe...
- Ei, olha o pedaço que caiu no chão!
- É pra formiga, mamãe...
20 março, 2007
12 março, 2007
10 de março: o dia
Nesse 10 de março ganhei de presente um monte de frases e evoluções da Manu.
O aniversário era meu, mas resolvi dar de presente a ela um corte no cabelereiro - pra ajeiar a franja na qual o pai tinha manifestado seu lado Dali e Picasso. Foi a primeira vez que foi e o registro tá na foto aí abaixo.

Aliás, gostou tanto que ficou fazendo graça, como se vê nessa outra foto.

Mas eu dizia... as evoluções.
Pois bem. Estamos nós lá no cabeleireiro à espera, eu lendo uma revista, ela pede pra fazer o número 2. O banheiro estava ao nosso lado. Mas eu ainda esperei mais um pouco pra ver se não era alarme falso.
Ela resolve ir na frente, sozinha. Vai e fica um silêncio, donde concluo que não era nada, mesmo. Dali a pouco ouço um grito - mããããããe - vindo lá de dentro. Chego lá, ela tinha tirado saia, calcinha, escalado a privada, feito o que precisava e só me chamou pra limpar. Quase chorei de emoção.
**********
À noite, também fora de casa, me pede pra lavar sua mão. Demoro 10 segundos terminando algo e ela tb resolve ir na frente. Juro: 10 segundos. Nisso ela já foi pro banheiro, fechou a tampa da privada, subiu nela, pegou o sabonete, ensaboou a mão, e abriu a torneira pra lavar a mão! Outro quase choro...
**********
E, um pouco mais cedo, ela no meu colo, eu dava um monte de beijos nela - e vice-versa: pausado, estalado, amassado etc. Num dado momento ela resolveu inovar e propôs:
- mãe, vamo fazê igual adulto de longinho?
- como é?
- igual adulto, de lon-gi-nho [e faz o movimento da boca e de cabeça, como num beijo de adulto]
(E eu penso: ai, meu pai! Eu é que faço aniversário, ela é que cresce e amadurece.... menos TV pra essa criança, menos tv...!)
O aniversário era meu, mas resolvi dar de presente a ela um corte no cabelereiro - pra ajeiar a franja na qual o pai tinha manifestado seu lado Dali e Picasso. Foi a primeira vez que foi e o registro tá na foto aí abaixo.

Aliás, gostou tanto que ficou fazendo graça, como se vê nessa outra foto.

Mas eu dizia... as evoluções.
Pois bem. Estamos nós lá no cabeleireiro à espera, eu lendo uma revista, ela pede pra fazer o número 2. O banheiro estava ao nosso lado. Mas eu ainda esperei mais um pouco pra ver se não era alarme falso.
Ela resolve ir na frente, sozinha. Vai e fica um silêncio, donde concluo que não era nada, mesmo. Dali a pouco ouço um grito - mããããããe - vindo lá de dentro. Chego lá, ela tinha tirado saia, calcinha, escalado a privada, feito o que precisava e só me chamou pra limpar. Quase chorei de emoção.
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À noite, também fora de casa, me pede pra lavar sua mão. Demoro 10 segundos terminando algo e ela tb resolve ir na frente. Juro: 10 segundos. Nisso ela já foi pro banheiro, fechou a tampa da privada, subiu nela, pegou o sabonete, ensaboou a mão, e abriu a torneira pra lavar a mão! Outro quase choro...
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E, um pouco mais cedo, ela no meu colo, eu dava um monte de beijos nela - e vice-versa: pausado, estalado, amassado etc. Num dado momento ela resolveu inovar e propôs:
- mãe, vamo fazê igual adulto de longinho?
- como é?
- igual adulto, de lon-gi-nho [e faz o movimento da boca e de cabeça, como num beijo de adulto]
(E eu penso: ai, meu pai! Eu é que faço aniversário, ela é que cresce e amadurece.... menos TV pra essa criança, menos tv...!)
8 de março e afins
Primeiro, uma coisa linda:
Recebi de presente by creche no 8 de março isso daí acima (nas mãos da portadora) e abaixo (mais legível). Uma flor com a inscrição "Minha mulher maravilha", um certificado (com a frase "mulher é amor" ou algo tão caf... er.... algo do gênero, com trocadilho) e o principal: "Parabéns", vindo da boca dela.
Segundo lugar, o entendimento dela sobre a coisa:
Na véspera do dia 8, à noite, durante o jogo do Flamengo, mostrei a ela na TV o porquê dos berros de "mengo" vindo dos vizinhos. Ela odiava os gritos, como relatei num post mais abaixo e fui obrigada a explicar:
- Olha lá, filha. O moço fez gol. Tá feliz, contente, correndo. E o outro que tá gritando tb tá feliz. Pessoal fica feliz e alegre quando sai um gol.
Na manhã seguinte, minha tia liga, me dá parabéns pelo 8 de março e eu, a ela. Manu pergunta:
- É aniversário da tia?
- Não filha. Hoje é Dia das Mulheres. Então as mulheres recebem parabéns, ficam felizes, alegres...
- Fazem gol....
10 março, 2007
07 março, 2007
Crescimentos
Pra vcs verem como esse negócio de mãe é surpreendente, com a Manu eu até filosofo. Ela me mostra que todo processo pode ser um crescimento, não importam sentido e direção.
Filosofias à parte, numa conversa sobre bolas de encher - as quais ela atualmente odeia - eu lembro a ela que nem todas estouram. Algumas murcham, como eu tinha mostrado a ela dias antes. Ela pára, raciocina, e concorda:
- É, mamãe. Aquela não "estolou". Ela cresceu pequetitinha...
****
Num outro dia, ela fingia ser minha mãe e dizia que ia crescer pra poder me pegar no colo. E me informava que eu, por outro lado, "ia crescer pequenininha".
Filosofias à parte, numa conversa sobre bolas de encher - as quais ela atualmente odeia - eu lembro a ela que nem todas estouram. Algumas murcham, como eu tinha mostrado a ela dias antes. Ela pára, raciocina, e concorda:
- É, mamãe. Aquela não "estolou". Ela cresceu pequetitinha...
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Num outro dia, ela fingia ser minha mãe e dizia que ia crescer pra poder me pegar no colo. E me informava que eu, por outro lado, "ia crescer pequenininha".
Mas, antes de dormir, já me deu duas coisas pra colocar aqui.
Depois do jantar, pediu um "iogult" (Yakult) e antes de abrir me pediu: "casode", mãe.
Pouco antes, cossou os olhos e, ao contrário de 101% das vezes, ela decretou com olhos quase fechando: parece que eu tô com sono.
Depois do jantar, pediu um "iogult" (Yakult) e antes de abrir me pediu: "casode", mãe.
Pouco antes, cossou os olhos e, ao contrário de 101% das vezes, ela decretou com olhos quase fechando: parece que eu tô com sono.
Volta
E eis que a bichinha chega hoje, depois de alguns dias só com o pai, meio gripadinha e fanha. E, por isso mesmo, ficou cansadinha e o sono chegou cedo. A única coisa que atrasou um pouco o dormir da princesa foram os gritos de "meeengo" que vinham das janelas vizinhas e ela, muito inteligente :-P, não gostou. Dormiu tapando os ouvidos. E está até agora.



