09 agosto, 2006

Sobre o não e o nada

Desde as primeiras palavras, a Manu tinha um jeito todo dela de falar as frases negativas. Tipo: se eu falasse “não pode pegar”, ela diria “pode pegar não”.

Sempre achei uma graça e sei que isso se ajeita com o tempo.

O mais engraçado agora, no entanto, é que o “não” tá sendo substituído pelo “nada”. - Manu, quer água? - Quero água nada. – Manu, fez xixi? – Fez xixi nada. – Manu, vou te pegar. – Me pegar nada.