Tempos modernos e outras modernidades
Já tem um tempo que não conto aqui as novidades da Manu. Desde que ela ficou doente, duas semanas atrás, tempo tem sido artigo escasso. Em resumo: otite + sinusite, uma semana sem ir à creche, muito manhosa e dependente da mãe, voluntariosa. Essas coisas dão uma idéia do que foi esse período, no que se refere à doença.
Mas o que me traz aqui são outras coisas que aconteceram nesse período: as suas pequenas evoluções, suas novas gracinhas, com as quais essa mãe baaaaaabbbbbaaaa. Um dos fatos, acontecido ontem, foi o que me deu o impulso pra escrever todos (que eu conseguisse lembrar) aqui. Ei-los, colocando primeiro o tal fato:
- Vejam só como é essa tecnologia. Sempre tem aquela primeira vez em que a criança fala ao telefone com alguém da família. Pois bem: essa primeira vez da manu foi ontem, só que..... pelo Skype. Ela, reconhecendo a voz alta na caixa de som, mandou: "papai". E pronto. Foi sua primeira vez, sua primeira comunicação ativa pelo tel. (Não preciso dizer que o pai adorou e ficou chamando-a mais umas 500 vezes pra ela repetir. E ela retrucou. Em quase todas elas).
- Já que o assunto é telefone, é bom que se diga: a gente já colocava há tempos o telefone no ouvido dela pros parentes "falarem" com a pequena. Eles falando, ela ouvindo, sempre com um sorriso maroto, reconhecendo que é com ela, mas, ao mesmo tempo, meio sem graça. Assim, essa familiaridade com o telefone (fora o fato de ela sempre nos ver) já fazia com que ela, desde meses atrás, pegasse o aparelho desligado - tanto o fixo, quanto o cel - e colocasse no ouvido. Um mimo. A novidade está justamente em um detalhe: agora ela fala "aô". Linda! Isso começou mais ou menos uma semana atrás.
- Continuando no assunto telefone, o celular do pai dela tem câmera fotográfica e, portanto, um álbum onde se vêem todas as fotos tiradas. Manu sempre gostou do cel e ultimamente gosta mais ainda de vê-lo pq sabe que tem fotos suas lá (a maioria, claro). Então, hoje, domingo, a dita cuja - ao invés de olhar pro aparelho e dizer "aô" ou o ordenando clássico "dá" - olha e diz "neném!". Traduzindo pra quem nunca teve filho: ela queria, pela bilionésima vez, ver suas próprias fotos no celular. Agora os portáteis, para ela, têm outra definição: "ne-ném". Subversiva.
- Já que telefone lembra comunicação, vou contar agora o diálogo mais complexo que vi da Manu, ocorrido há uns 2 ou 3 dias. Complexo pela rapidez e a interligação das respostas (mãe é besta mesmo, não?).
Pai: "Vem filha"
Manu: "Ñáum"
Pai: "Então tchau" (esperando que ela repensasse)
Manu: "Tau".
Foi o primeiro diálogo assim, tão certinho. Normalmente era um palavra ou outra, pontuadas por muitas balançadas de cabeça.
- Aliás, "ñáum" é o que ela mais fala atualmente. Assim mesmo, miado: "ñññáuummm" Pra tudo, até quando não faz sentido e até quando quereria dizer "sim". Também pudera: é a palavra que ela mais escuta! Faz sentido que seja, tb, a que mais fala.
- O "Ñáummm" me fez lembrar do rol de palavras que ela domina hoje em dia. Além do próprio, tem: Dedei (claro, eu. Nem por um decreto ela me chama de mãe. E o pior é que sabe que "mãe" sou eu); papai; papabo ou babapo (sapato); nenéiiimmm (criança, qq uma, inclusive ela); dá; ahm ou mahn (comida e bebida); pepê (chupeta); ê (cadê, normalmente acompanhado do movimento da mão); au-au (cachorro e outros bichos); ábi (abre, normalmente ordenando).
- Falando em pepê, sua nova moda é pegar a chupeta da boca, esconder atrás do corpo rapidamente e perguntar: ê pepê. Em segundos traz pra frente e: aaaaaahhhhh (traduzindo: achooooou)
- E falando em bichos, ontem fomos à casa de uns amigos que têm um filho de 1 ano e 8 meses. Ele tem um brinquedo com vários seres do mar. Empolgado com o tubarão, gritou: "balão". Imediatamente, dona Manuela começa e quicar o indicador da mão direita na palma da esquerda. Era o cai-cai balão.
Ufa! Por ora não lembro de mais nada. Escrevo mais depois.
Mas o que me traz aqui são outras coisas que aconteceram nesse período: as suas pequenas evoluções, suas novas gracinhas, com as quais essa mãe baaaaaabbbbbaaaa. Um dos fatos, acontecido ontem, foi o que me deu o impulso pra escrever todos (que eu conseguisse lembrar) aqui. Ei-los, colocando primeiro o tal fato:
- Vejam só como é essa tecnologia. Sempre tem aquela primeira vez em que a criança fala ao telefone com alguém da família. Pois bem: essa primeira vez da manu foi ontem, só que..... pelo Skype. Ela, reconhecendo a voz alta na caixa de som, mandou: "papai". E pronto. Foi sua primeira vez, sua primeira comunicação ativa pelo tel. (Não preciso dizer que o pai adorou e ficou chamando-a mais umas 500 vezes pra ela repetir. E ela retrucou. Em quase todas elas).
- Já que o assunto é telefone, é bom que se diga: a gente já colocava há tempos o telefone no ouvido dela pros parentes "falarem" com a pequena. Eles falando, ela ouvindo, sempre com um sorriso maroto, reconhecendo que é com ela, mas, ao mesmo tempo, meio sem graça. Assim, essa familiaridade com o telefone (fora o fato de ela sempre nos ver) já fazia com que ela, desde meses atrás, pegasse o aparelho desligado - tanto o fixo, quanto o cel - e colocasse no ouvido. Um mimo. A novidade está justamente em um detalhe: agora ela fala "aô". Linda! Isso começou mais ou menos uma semana atrás.
- Continuando no assunto telefone, o celular do pai dela tem câmera fotográfica e, portanto, um álbum onde se vêem todas as fotos tiradas. Manu sempre gostou do cel e ultimamente gosta mais ainda de vê-lo pq sabe que tem fotos suas lá (a maioria, claro). Então, hoje, domingo, a dita cuja - ao invés de olhar pro aparelho e dizer "aô" ou o ordenando clássico "dá" - olha e diz "neném!". Traduzindo pra quem nunca teve filho: ela queria, pela bilionésima vez, ver suas próprias fotos no celular. Agora os portáteis, para ela, têm outra definição: "ne-ném". Subversiva.
- Já que telefone lembra comunicação, vou contar agora o diálogo mais complexo que vi da Manu, ocorrido há uns 2 ou 3 dias. Complexo pela rapidez e a interligação das respostas (mãe é besta mesmo, não?).
Pai: "Vem filha"
Manu: "Ñáum"
Pai: "Então tchau" (esperando que ela repensasse)
Manu: "Tau".
Foi o primeiro diálogo assim, tão certinho. Normalmente era um palavra ou outra, pontuadas por muitas balançadas de cabeça.
- Aliás, "ñáum" é o que ela mais fala atualmente. Assim mesmo, miado: "ñññáuummm" Pra tudo, até quando não faz sentido e até quando quereria dizer "sim". Também pudera: é a palavra que ela mais escuta! Faz sentido que seja, tb, a que mais fala.
- O "Ñáummm" me fez lembrar do rol de palavras que ela domina hoje em dia. Além do próprio, tem: Dedei (claro, eu. Nem por um decreto ela me chama de mãe. E o pior é que sabe que "mãe" sou eu); papai; papabo ou babapo (sapato); nenéiiimmm (criança, qq uma, inclusive ela); dá; ahm ou mahn (comida e bebida); pepê (chupeta); ê (cadê, normalmente acompanhado do movimento da mão); au-au (cachorro e outros bichos); ábi (abre, normalmente ordenando).
- Falando em pepê, sua nova moda é pegar a chupeta da boca, esconder atrás do corpo rapidamente e perguntar: ê pepê. Em segundos traz pra frente e: aaaaaahhhhh (traduzindo: achooooou)
- E falando em bichos, ontem fomos à casa de uns amigos que têm um filho de 1 ano e 8 meses. Ele tem um brinquedo com vários seres do mar. Empolgado com o tubarão, gritou: "balão". Imediatamente, dona Manuela começa e quicar o indicador da mão direita na palma da esquerda. Era o cai-cai balão.
Ufa! Por ora não lembro de mais nada. Escrevo mais depois.

